Convivendo com Ela
Convivendo com ela, são das poucas maneiras de uma "pequena-grande-paixão".
Dois jovens, com ambos passados dentre bagunças e mais bagunças, vivência diferenciada, em um ano os dois se apegam. De todas as histórias e estórias, essa não tem pra igual.
Ela olha no olho dele, ele olha no sorriso dela. Ela diz que o ama, ele diz que a ama de volta. Ela brinca com ele, ele brinca com ela. Ela parece estar feliz, ele está feliz com ela.
São dois bobos soltos e um amor... Mas não um amor qualquer ou um amorzinho de esquina que encontramos por aí, é um amor diferenciado e sem nome. Dentre ciúmes, brigas, choros, tapas, beijos e sexo, risos, suor, intimidade e paixão.
Ele não a vê com muita frequência, dia-noite-dia-noite. Apenas três dias de pura malandragem. Ambos sentem medo, mas medos todos têm. O medo de acordar sem ela do lado, passa dia a dia em sua cabeça toda bagunçada. Mas o sabor de reencontrá-la no mesmo local, quase a mesma hora, e aquele beijo de "cheguei amor", e uma simplicidade se se sentir em casa, na maior moral. O torna o mais querido do mundo.
Vê-la se trocando enquanto ela pergunta se está ok, faz dele o escolhido.
Ela tenta saber muito sobre ele, mas ele apenas quer dizer das mais belas coisas. Entretanto, "Convivendo com Ela" não será algo alheio e chinfrim ao caso. É um caso em andamento que o abismo das pessoas, e tropeços deles irão lhe fazer rir. Não é algo paralelo, está se centralizando-centralizando aos poucos.
Dois jovens, com ambos passados dentre bagunças e mais bagunças, vivência diferenciada, em um ano os dois se apegam. De todas as histórias e estórias, essa não tem pra igual.
Ela olha no olho dele, ele olha no sorriso dela. Ela diz que o ama, ele diz que a ama de volta. Ela brinca com ele, ele brinca com ela. Ela parece estar feliz, ele está feliz com ela.
São dois bobos soltos e um amor... Mas não um amor qualquer ou um amorzinho de esquina que encontramos por aí, é um amor diferenciado e sem nome. Dentre ciúmes, brigas, choros, tapas, beijos e sexo, risos, suor, intimidade e paixão.
Ele não a vê com muita frequência, dia-noite-dia-noite. Apenas três dias de pura malandragem. Ambos sentem medo, mas medos todos têm. O medo de acordar sem ela do lado, passa dia a dia em sua cabeça toda bagunçada. Mas o sabor de reencontrá-la no mesmo local, quase a mesma hora, e aquele beijo de "cheguei amor", e uma simplicidade se se sentir em casa, na maior moral. O torna o mais querido do mundo.
Vê-la se trocando enquanto ela pergunta se está ok, faz dele o escolhido.
Ela tenta saber muito sobre ele, mas ele apenas quer dizer das mais belas coisas. Entretanto, "Convivendo com Ela" não será algo alheio e chinfrim ao caso. É um caso em andamento que o abismo das pessoas, e tropeços deles irão lhe fazer rir. Não é algo paralelo, está se centralizando-centralizando aos poucos.