Olha, entre noites e noites, à esperança de um dia eu ter você novamente, está acabando. Eu tenho medo de tudo, e de todos. De você, dele, dela, daquele, e do outro que se esconde atrás dos arbustos que pouco se torna visível sua presença. Mas tenho medo dele também. Queria pedir algo tão especial para você. Que tanto se tornou especial para mim!  

                 Meu amor..., estava deitando hoje em cima de uma pedreira bonitinha por vista. Recordações em minha mente, passara como um Processador Six Core  de última geração. Fazendo das recordações belas que nós dois tivemos; fazendo um lindo Flashback sem exceções. Baileiando por complexo minhas emoções. Agora, eu conto para todos os leitores de uma fitinha, os ensejos que tive com você, que mal poderia ter aproveitado, de seu tico amor. Ai... como esse doce amor... Não quero deixar uma má ventura entre nós, só quero tentar experimentar uma última vez a sua deita, que do meu ladinho você estava. Não quero falar tantas coisas - Só quero sentir o melhor amor possível. Sem véus - sem roupas - sem luzes - sem colchões - sem cores - apenas preto e branco no amor. Alinhado meu amor está, pronto para decolar em seus seios. Percorrendo as milhas e mais milhas de veias de seu delicioso e prazeroso corpo. Meu bebê todo desajeitado, vou tentar não sair fora do contexto. Mas, gosto de seus papéis, feito de papéis de parede de um misero belisco em meus braços. Aliás, sem contar as mordidinhas em meu corpo recheado de ciúmes. Ah-ah, deixa eu ver... Olha, é um papel tão gigante como tanto pequeno. Nossa, as fumaças se balzamiza ainda em meus travesseiros. A janela ainda clama por seus peso nela. O cachorro ainda late por sua volta... Oh-oh, nós choramos agora... Meu amor, é uma lágrima que escorre, é uma tristeza que teme a não sair de meu peito, por tantos medos. Amor - você ainda sente algo tão inexplicável como escreveu para mim - você ainda tenta esquecer como dizia? Ai, aquela carta dói... Eu estou dando multiplas gargalhadas fracas; em que corri atrás de você de meias pela rua, sem rumo e desesperado. Superpower não acha? Veja bebê, sei que não sou perfeito, sei que eu cometi alguns erros. Ainda sei que, você não soube ser pensativa, ainda por cima; sei que não acredita em mim. É a dor mais indesejada, gostar de você, sem que acredite nele, mas sem meras. Às vezes pode passar tudo em vão, coisas fulas para você. Ouça bebê, não mudar o jeitinho de ser, até você dizer, adeus! te amo.
  
           Alguns jovens, pensadores com tal, que seja uma pequena merda. À carta desse jovem, não tão rica em palavras, comparando ao nível de inteligência desejada. Talvez, poderia dizer um pouco mais de seus meros anseios programações amorosas, do que esconder ou pouco do brilho que vê em seus olhos. Trazendo sua vida ao amor - Ao carinho - À felicidade - Ao gosto de amar você. Amor, às vezes passa por alguns deslizes profundos, sem fim. Mas que, algo luminoso salva-o da solidão prévia e tardia. [Ele gosta de você e você não vê]

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