Sem titúlos.

Pingando sobre mim, as coisas que jamais se apagaram
O resto das lembranças mortais, ficam, ficam para nunca esquecer
O choro, a lágrima que escorre pelo o rosto, facilmente sai
Facilmente sai...
Os sonhos, quando vejo você realmente sorrindo,
Ou talvez eu super machucado por você.
Era festa, e ambos queria morrer
Quão eu, não sabia o seus motivos
Quão ao meu, queria apenas lhe esquecer
Entanto, dizer que poderia ser mais fácil?
Mas era tão difícil quanto dores de uma depressão
Não era motivos de risos, era apenas a desgraça em mãos
Não era como imaginávamos, agora você sente a fome e eu sinto a angústia
Não era jogos de pular roletas ou correr de mãos no chão e pernas ao ar
Seria à vida em nosso sangue ou seria o ódio percorrendo as veias?
Talvez hoje, não ouço o vento dentre os portões de ferro
Ou talvez não ouço sua voz chamar-me
Que hoje o frio me congela estando tão quente,
Para ser tão repentino à morte de um inocente.

Postagens mais visitadas deste blog

Sete dias após a morte!

6:48am

O Nome do Que Ficou