24 de junho de 1923
24 de julho de 1923, quando Mr. Honten passava por um belo bar, que tinha uma bela vista para madames que fazia os seus tecidos cuidadosamente. Lá estava Mr. Honten com seu fumo na boca, bebendo sua bebida sutilmente com sua bengalinha em teu lado; que se dá por conta, vê a doce moça, de cabelos castanhos, olhos grisalhos, pele clara, por família nobre em seu estado. Via ele, como era bonito os teus tecidos, feito de puro amor e sacrifício. Gargalhadas, ria ele com seus amigos falando das madames nobres; mas, com a simpatia da bela moça que por conta se chamava Sra. Jeiccie Raitoness, cujo seu nome era o poder. Via ele, com olhos fixado na moça de 23 anos, perguntava-se como os olhos batiam-se com o tom de pele da querida Jeiccie. Mr. Honten era um moço de 31 anos, que por via, era solteiro. Honten gostava de filmes e livros poéticos, que falavam-se de amor, crueldade e a doce paixão jovem. Jeiccie era uma moça popular na Rye, Sudeste da Inglaterra, gostava ela de ir em festa de auto-custo, riqueza até nos dentes. Honten era um homem pobre, humilde e poeta. Gostava ele de fazer poesias sobre tecidos e amor. Jeiccie odiava seus armazéns de Honten, queria ela, distanciar-se dele, por suas poesias inútil, que para ela, seria anônimas. Honten, homem doce, queria mostrar-lhe à ela, que sua poesia era tão doce, quanto mel entre dedos de ursos. Sendo persistente, lhe manda uma folha, suja, mas com um laço bonito e cujo estava lindo de se ler. Diretamente, ele manda um pombo correio entregar-te para ela, a doce poesia. Irritada ela, recebe-te a carta, e joga embaixo da cama, e sai para seu Baile "Self Beauty Ladies". Dias depois, Honten vê a doce moça, que apavorada olha pra ele, pergunta por que tanto persegue ela? -Diz ele que era pobre e sofria de Leucemia Mielóide Crônica e teus amigos falavam ruínas sobre Jeiccie por ser rica e poderosa, sem amar a ninguém. Então escrevi à poesia, sobre os teus tecidos e seu cabelo castanho que mal posso vê-lo madame. Minha carta madame, estás escrito, que quando se sentir ruim pelas as pessoas que te julgam sem saber, diz que; "o tecido não bonito e escondido no fundo dos outros, pode fazer-se a poesia mais bela que irás ler madame". Sai ele de teu canto, deixando Jeiccie com maior aflição sobre poesia. Chegar à sua casa, procura a tal poesia, e achando lê rapidamente:
-Querida Jeiccie, hoje não posso ver, não posso saber o que estás fazendo, mas posso sentir seu cheiro, seu toque e o doce que é o jeito dos teus tecidos, deixo a minha mensagem que estarás bem até o fim, agindo de teus olhares, sem ver escrevi esta poesia sobre você, escutando o rio que passa abaixo de nós, ajuda-me a poder sentir-te mais perto do peito, em que posso sussurrar para você que jamais deixe a linha mais feia estragar o seu belo uniforme que és seu corpo. Meu psíquico se foi, deixei o meu amor aqui, sendo que sempre te amarei, estando longe agora, amarei você por fim desse mundo. Querida Jeiccie.
-Querida Jeiccie, hoje não posso ver, não posso saber o que estás fazendo, mas posso sentir seu cheiro, seu toque e o doce que é o jeito dos teus tecidos, deixo a minha mensagem que estarás bem até o fim, agindo de teus olhares, sem ver escrevi esta poesia sobre você, escutando o rio que passa abaixo de nós, ajuda-me a poder sentir-te mais perto do peito, em que posso sussurrar para você que jamais deixe a linha mais feia estragar o seu belo uniforme que és seu corpo. Meu psíquico se foi, deixei o meu amor aqui, sendo que sempre te amarei, estando longe agora, amarei você por fim desse mundo. Querida Jeiccie.