A insônia.
Deitado ou sentado
Sinto a insônia
Virando de um lado ao outro
Pior que uma bola rolando
Fico perdido ao seu encanto
Não consigo dormir
Mas também não consigo ficar com os olhos abertos
Minha cabeça está doendo
Minha vista está embaçada
Sinto à dor dessa desgraça
Rompendo minha própria mente
Como se fosse fácil e a única
Pois não há sinto, sonolência...
Me perdi nesta insônia
Que me acordaste toda madrugada
Sem destino, sem estrada
Apenas à dor e a insônia
Esse ritmo indesejável
Que é essa dor insuportável
Não consigo mais dormir
Não sequer, mais sorrir
Por culpa dessa maldição
Que controla meu coração
Lhe peço perdão,
Pois me diga sim ou não,
Uma voz que machuca
É o tiro do trovão?
Me deito neste chão
Com o pavio em minhas mãos
À dor e a insônia se formando uma montanha
Que alí mesmo eu me deito
Que atire contra meu peito e cortaste essa insônia.
Sinto a insônia
Virando de um lado ao outro
Pior que uma bola rolando
Fico perdido ao seu encanto
Não consigo dormir
Mas também não consigo ficar com os olhos abertos
Minha cabeça está doendo
Minha vista está embaçada
Sinto à dor dessa desgraça
Rompendo minha própria mente
Como se fosse fácil e a única
Pois não há sinto, sonolência...
Me perdi nesta insônia
Que me acordaste toda madrugada
Sem destino, sem estrada
Apenas à dor e a insônia
Esse ritmo indesejável
Que é essa dor insuportável
Não consigo mais dormir
Não sequer, mais sorrir
Por culpa dessa maldição
Que controla meu coração
Lhe peço perdão,
Pois me diga sim ou não,
Uma voz que machuca
É o tiro do trovão?
Me deito neste chão
Com o pavio em minhas mãos
À dor e a insônia se formando uma montanha
Que alí mesmo eu me deito
Que atire contra meu peito e cortaste essa insônia.