Nova mente, pensando...

Aquele contato visual, em todos os momentos acha até vital, a mariposa que toco, o ar que respiro. Lembranças de um olhar que não me apavora, bebidas bem leves e provocante procurando aquele caminho. Simplismente os passeios de um pássaro, contra a corrente do vento. Uma suave música, dos belos dias de seu pai, com uma bela poesia, não mostrando que sou capaz. Uma dose de Whisky, bem do lado de minha cama, lá vejo o meu violão, me chamando para a sua canção, uma vez que diz, sua flor só irá cair quando arranco pela nossa raiz, uma pequena palavra, simples que você gosta, não há diferença se é Inglês, não há diferença passando para o Português, com uma arma não atirarei, com essa arma não me matarás, aquela linda blusa azul, símil a nossa borboleta azul, uma cor destacante, ao calor deslumbrante, o frio que tanto adora, nós imaginamos em uma caverna agora, em que existe a única pedra símil, nos sentimentos de nós estar no frio. Brincar ao som de um amor, vejo você ao entrar na àgua azul crístal, te pedindo um só sorriso, não fui ao suícida, escolhendo as palavras mais bizarras, você me sugere um Dolár? Brinco com seus pensamentos, lhe digo uma piada de Shampoo ao roubar a taça que devia ser o nosso drinque, pulando de uma letra para a outra como se fosse Amarelinha, esperando o Doutor me chamar novamente para que eu possa rir ousadamente, do começo ao meu nome, esperando o pingo do seu suor cair para entrar no mar novamente e pode vêr esse anjo surgir em minha mente, novamente!

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