Bela chuva dá meia-noite.
Vivendo de perspectivas, agradando o velho passado
Sim, sorrindo lá embaixo de uma nuvem
Rolando e deitando em gramas
Cujo o seu cheiro ficará na folha
Ao menos eu pudesse te abraçar
Seu toque perigoso me consolando,
Sentado horas em uma cadeira
Esperando a noite cair
Que haja som de instrumentos
Que jamais fosse inventado pelo homem
Mas que acreditaria que fosse por você
Oh querido doce delicadíssimo coração
Lhe escrevo, várias e várias palavras
Releio suas, que me fazem chorar
E quão irei sentir seu rosto ao meu?
Caiu em pequenos sonhos
Que às vezes, haja felicidades e infelicidades à acordar
Relembro o Dicionário, como agisse de tuas palavras
Oh querida, por que não pegue a bebida
E tome como se fosse meu sangue
Amargo, quente e vermelho
Jamais deixaria você correr de novo
Junta-se a mim, não lhe machucarei
Não irei deixar por sofrer
E sempre irei te amar
Oh querida, olha como a chuva está fria está noite
Medo não terei, quão ao menos, estar com você
Está sua carta, ansiosamente espero deitado
Contando, sem riscos, sem apavoros
Com toda lealdade, que existe em pobres corpos
Ouvindo bem longe, ruídos? Não!
São sonoridade de suas músicas
Belas e belas que subestima a vaidade
Meu coração, são batidas suaves
Iguais de Barcos antigos, movido de velas
Com a força do vento, imaginando o forte amor
Que eu estivesse no topo, e que não gritasse "terra à vista"
Eu perderia a vóz, de tanto ralhar, ralhar
Ser ovante, é querer ser pequenas formigas
Poder estar em qualquer lugar
Sempre seguir suas trilhas
Amar sempre a sua Rainha
Existe dois medos em mim
Romper os laços como se fosse divino
E correr, correr para bem longe,
Sem te ver ao meu lado, para sempre
Erigir todos os sentimentos que restam
Encostar em seus seios, ouvir a batida calma,
que faz seu coração
Lêr palavras, com sutileza
Como se fosse as últimas dizidas
Dirias que fosse a última
Que não fosse repentino,
Que não fosse debochado
Que não me faz mais chorar
Para não soar tristimente sozinho
Lidas com clareza, pois foi feitas.
Sim, sorrindo lá embaixo de uma nuvem
Rolando e deitando em gramas
Cujo o seu cheiro ficará na folha
Ao menos eu pudesse te abraçar
Seu toque perigoso me consolando,
Sentado horas em uma cadeira
Esperando a noite cair
Que haja som de instrumentos
Que jamais fosse inventado pelo homem
Mas que acreditaria que fosse por você
Oh querido doce delicadíssimo coração
Lhe escrevo, várias e várias palavras
Releio suas, que me fazem chorar
E quão irei sentir seu rosto ao meu?
Caiu em pequenos sonhos
Que às vezes, haja felicidades e infelicidades à acordar
Relembro o Dicionário, como agisse de tuas palavras
Oh querida, por que não pegue a bebida
E tome como se fosse meu sangue
Amargo, quente e vermelho
Jamais deixaria você correr de novo
Junta-se a mim, não lhe machucarei
Não irei deixar por sofrer
E sempre irei te amar
Oh querida, olha como a chuva está fria está noite
Medo não terei, quão ao menos, estar com você
Está sua carta, ansiosamente espero deitado
Contando, sem riscos, sem apavoros
Com toda lealdade, que existe em pobres corpos
Ouvindo bem longe, ruídos? Não!
São sonoridade de suas músicas
Belas e belas que subestima a vaidade
Meu coração, são batidas suaves
Iguais de Barcos antigos, movido de velas
Com a força do vento, imaginando o forte amor
Que eu estivesse no topo, e que não gritasse "terra à vista"
Eu perderia a vóz, de tanto ralhar, ralhar
Ser ovante, é querer ser pequenas formigas
Poder estar em qualquer lugar
Sempre seguir suas trilhas
Amar sempre a sua Rainha
Existe dois medos em mim
Romper os laços como se fosse divino
E correr, correr para bem longe,
Sem te ver ao meu lado, para sempre
Erigir todos os sentimentos que restam
Encostar em seus seios, ouvir a batida calma,
que faz seu coração
Lêr palavras, com sutileza
Como se fosse as últimas dizidas
Dirias que fosse a última
Que não fosse repentino,
Que não fosse debochado
Que não me faz mais chorar
Para não soar tristimente sozinho
Lidas com clareza, pois foi feitas.
