Ardiloso sem engodar.


Acabo de lêr coisas suas, que me faz pensar, pensar. Será que estou agindo de maneira certa? Como que se todos cobrasse de mim! É a misera criança, que fica vagando para despertar interesse em você. Brigando com todos a minha volta, penso se assim, eu irei deixar de te amar. Sabemos que não é fácil deixar de, um olhar o outro escondidamente; eu sei o que você faz, sei de seus jeitos esquisito de si machucar, mas eu não nego, você me conhece muito mais, te invejo. O frio que sobe por minhas costas, com meus olhos ligado à cada palavra que escrevo, escutando uma só música, para que meus pensamentos podem-se começar a funcionar, funcionar... Me achando um Escritor mirin, digo que, o que eu escrevo, é só para tentar refletir, lembrar, esquecer, falar de você e tentar viver. O branco que afeta minhas páginas memóriais, que ficando levemente mau, tentando forçar para que, haja isenção a mim mesmo. Toda vez que vejo você, na escola, na rua, bem longe... Imagino que você me vê como desapaixonadamente, por você. Por isso, fico em minhas madrugadas, perdido, com entusiasmo, encanto e com balbúrgia completando minha mente, para que no outro dia, você leia com facilidade. Você tendo sumidade, que vejo em seu corpo todo, será tão fácil, como imagino a sua inteligência recôndito em árvores bem velhas e seca, que para você são as mais belas de todas, que nesta única árvore, existe a única flor, pequena, elegante, doce que se chama... Nesta única flor, pousa uma borboleta azul, bem velhinha ela está, precisando de seu carinho, de sua água, de seu cheiro para que ela pode, voar, e voar que seu único vôo foi até a mim, com medo, avermelhado, mas que está em minhas mãos esperando todo o seu glamor.
  Fenecimento de tudo que falei, hoje foi mais um dia, em que escrevo para você, falando de tudo que imagino, tudo que penso, até mesmo dos meus medos que lhe contei outras noites, o final brilhoso que vejo em seus olhos e doce, como só eu sei o jeito que és...

Postagens mais visitadas deste blog

Sete dias após a morte!

6:48am

O Nome do Que Ficou