Altos, como corações frágeis.

A pequena história, de bela não há nada. Riam de mim por escrever assim, mas isso só é parte de meu entusiasmo, como diz você: Eu sou, seu inferior. Choro por ter que ser assim
Choro por, não viver uma vida símil aos filmes, choro por não te ver todos os dias, choro por lembrar de amor, e não pode amar. Às vezes, veneta que me faz esquecer o mundo, cercado sobre mim.
É como se o relógio, falasse sobre minha vida pessoal, ele vive minha vida pessoal, ele sente a minha vida pessoal, os seus círculos estivessem em seu pleno lugar sem se conduzir.
Ao deitar, encostar minha cabeça no travesseiro, penso como vai ser minha vida sem você, e como pode ser minha vida com você?  São dores de minha cabeça, são insolente.
Tento vim a sorrir, para você. Justapor palavras que nos agrada, precisando de sua ajuda, por coisas omissas, que não fizemos ainda. É a causa que, devasta a nós.  Estou intacto por enquanto,
diga me algo para fazer, para vêr o seu amor me cobrindo? Me faz cobranças, me faz promessas, amo você, de modos inofensivo, para não te magoar, dos modos melindroso.
Quero tentar viver um amor só, sequer, único, explícito, que não há magoas, medos, que não seja recôndito, que aja só as meras verdades, que a luz brilha em seus olhos, que os veja, como sou
interiormente, que há brigas suaves para nós aprender o que é viver ao lado de um, ao, outro, que possa haver, o amor perene, há de, velhinhos se amam de seus velhos modos, seus únicos jeitos,
os seus antigos modos, de resplandecer o bom, e velho, velho, velho amor que houve entre eles, que aja em nós, que todas as nossas inseguranças, a cada palavra feito de irônias que nos fazem
rir, cada nota do violão tocada para, te fazer feliz, igual a mais ninguém, te vendo dos pontos mais alto de uma bela Cidade, te amando igual a mais ninguém, quebrando minhas regras, porém
não vejo outro alguém, tocando em seu corpo, como se ele já fosse meu, me arranhando por mil corações, rezo, rezo, para gritar "amo você" para todos ouvirem, de tentar matar a misera alma,
para o seu coração sentir o que jamais, diz. Pegue minha última veia, do meu pulso se for possível, pois é com esse sangue, que o amor morrerás em mim.

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